Motivação

sepulcro

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abusepulcrondantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”
1 Coríntios 15:58

Ela está por trás de todo empreendimento humano. Ela direciona nossos movimentos e esforços, sejam eles físicos ou intelectuais para realização de nossos objetivos. Na psicologia, a motivação é impulso interno que leva o indivíduo a agir ou reagir de determinada forma.  Se pensarmos na motivação humana de forma ampla, chegaremos a conclusão de que ela é composta de diversos fatores que vão desde aspectos biológicos até chegar a princípios, crenças e valores. Tudo o que nós fazemos tem uma causa, uma origem e este é o campo de atuação da motivação.  Segundo Abraham Maslow, psicólogo humanista, há cinco tipos de necessidades: necessidades fisiológicas, necessidades de segurança íntima (física e psíquica), necessidades de amor e relacionamentos (participação), as necessidades de estima (autoconfiança) e necessidades de autorealização.  Podemos dizer que nossas ações são as materializações (ou pelo menos, a tentativas de materializações) dos nossos desejos. Qual a sua motivação para fazer a obra de Deus ? seria o reconhecimento do seu trabalho por parte da comunidade ou do seu líder ? seria a manutenção de sua autoestima ? Existem muitas pessoas dentro da comunidade cristã que buscam um espaço de valorização que supra a falta de realização ou reconhecimento de seus esforços na vida profissional,amorosa ou familiar, ou seja, uma oportunidade de ser valorizado como pessoa, a manutenção de um sentimento de utilidade para a sociedade. É claro que todas estas coisas são importantes, pois estão ligadas a natureza humana, porém, o texto na primeira Carta aos Coríntios, Capítulo 15, fala sobre uma motivação sobrenatural, uma motivação que nasce da fé, da certeza de estar trabalhando para um Reino que transcende todas as coisas conhecidas em nossa dimensão. O Apóstolo Paulo fala sobre esperança de uma nova existência, da transformação deste corpo em um corpo glorioso; fala de trabalhar dentro de um plano Divino e maravilhoso pela certeza da ressurreição de Cristo e não poderia haver motivação maior do que esta. Ao fazermos a obra de Deus, precisamos estar conscientes de que o nosso trabalho nem sempre será reconhecido, nem sempre será valorizado ou até mesmo compreendido. Estas motivações não poderão ser a base, a força motriz de nossa ação no Reino de Deus. Precisamos ter sempre em mente que o nosso trabalho não é inútil no Senhor, mesmo quando as circunstâncias paracem afirmar que é. A única maneira de ser abundante, é saber que somos parte de um grandioso plano de salvação baseado na graça de Deus, um plano que supera todas as crises da existência, um plano universal que supera o tempo e o espaço e motivou pessoas em todo o mundo a darem até mesmo suas vidas, crendo pela fé que o seu sacrifício nunca será vão no Senhor.

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